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Diferencia entre la mortalidad perinatal de los embarazos múltiples obtenidos de forma espontánea versus por reproducción asistida

Periodicidad: mensual
Editor: Alberto Kably Ambe
Abreviatura: Ginecol Obstet Mex
ISSN: 0300-9041
ISSNe: 2594-2034
Indizada en: PubMed, SciELO, Índice Médico Latinoamericano, LILACS, Medline.

Diferencia entre la mortalidad perinatal de los embarazos múltiples obtenidos de forma espontánea versus por reproducción asistida

Difference between perinatal mortality in multiple pregnancies obtained spontaneously versus assisted reproduction.

Ginecol Obstet Mex | 1 de Junio de 2010

Ginecol Obstet Mex 2010;78(6):316-321


Yazmín del Rayo Rivas-Ortiz,* Ricardo Jorge Hernández-Herrera**

* Residente de cuarto año de la especialidad en Ginecoobstetricia.
** Pediatra e Investigador.
Departamento de Ginecología y Obstetricia, Unidad Médica de Alta Especialidad, Hospital de Especialidades Núm. 23, IMSS. División de Ciencias de la Salud, Universidad de  Monterrey.


Recibido: enero, 2010.
Aceptado: abril, 2010.

Corrrespondencia:

Dr. Ricardo J Hernández Herrera. Hospital de Ginecología y Obstetricia, primer piso, IMSS. Calle Félix U Gómez y Constitución, CP 64900, Monterrey, NL. Correo electrónico: richdzher@hotmail.com

Este artículo debe citarse como:

Rivas-Ortiz YR, Hernández-Herrera RJ. Diferencia entre la mortalidad perinatal de los embarazos múltiples obtenidos de forma espontánea versus por reproducción asistida. Ginecol Obstet Mex 2010;78(6):316-321.

Nivel de evidencia: II-3

RESUMEN

Antecedentes: cada vez se recurre más a las técnicas de reproducción asistida, lo que aumenta los embarazos múltiples y los resultados perinatales adversos. Algunos autores reportan mayor mortalidad de fetos de embarazos múltiples obtenidos con estas técnicas, y otros autores no encuentran diferencia significativa.

Objetivo: comparar la mortalidad perinatal en embarazos múltiples concebidos por reproducción asistida vs de forma espontánea.

Pacientes y método: estudio retrospectivo, observacional y comparativo. Se incluyeron a las embarazadas con 3 o más fetos que acudieron a la Unidad Médica de Alta Especialidad Núm. 23 del IMSS, en Monterrey, NL. Se comparó el número de embarazos complicados y los fetos que fallecieron obtenidos por alguna técnica de reproducción asistida vs de forma espontánea, entre 2002-2008.

Resultados: se incluyeron 68 embarazos múltiples. En promedio, los fetos concebidos de forma espontánea tuvieron más semanas de gestación y más peso al nacimiento que los obtenidos por técnicas de reproducción asistida (p = ns). El 20.5% (14/68) de los embarazos múltiples tuvo uno o más eventos mortales: 10/40 (25%) por técnicas de reproducción asistida vs 4/28 (14%) espontáneos (p = 0.22). Fallecieron 21/134 (16%) de los fetos concebidos por técnicas de reproducción asistida y 6/88 (7%) de los espontáneos (p < 0.03).

Conclusiones: 60% de todos los embarazos múltiples se obtuvieron por alguna técnica de reproducción asistida y en 21% de los casos hubo uno o más eventos mortales (11% más en los embarazos obtenidos por técnicas de reproducción asistida). El 12% de los fetos de embarazos múltiples falleció (9% más en los obtenidos por alguna técnica de reproducción asistida).

Palabras clave: mortalidad perinatal, embarazo múltiple, técnica de reproducción asistida.

ABSTRACT

Background: Recently assisted reproduction techniques are more common, which increases multiple pregnancies and adverse perinatal outcomes. Some authors report increased mortality in multiple pregnancies products obtained by techniques of assisted reproduction vs. conceived spontaneously, although other authors found no significant difference.

Objective: To evaluate mortality rate of multiple pregnancies comparing those obtained by assisted reproduction vs. spontaneous conception.

Patients and method: Retrospective, observational and comparative study. We included pregnant women with 3 or more products that went to the Unidad Médica de Alta Especialidad No. 23, IMSS, in Monterrey, NL (Mexico), between 2002-2008. We compared the number of complicated pregnancies and dead products obtained by a technique of assisted reproduction vs. spontaneous.

Results: 68 multiple pregnancies were included. On average, spontaneously conceived fetuses had more weeks of gestation and more birth weight than those achieved by assisted reproduction techniques (p = ns). 20.5% (14/68) of multiple pregnancies had one or more fatal events: 10/40 (25%) by assisted reproduction techniques vs. 4/28 (14%) of spontaneous multiple pregnancies (p = 0.22). 21/134 (16%) of the products conceived by assisted reproduction techniques and 6/88 (7%) of spontaneous (p < 0.03) died.

Conclusions: 60% of all multiple pregnancies were obtained by a technique of assisted reproduction and 21% of the cases had one or more fatal events (11% more in pregnancies achieved by assisted reproduction techniques). 12% of the products of multiple pregnancies died (9% more in those obtained by a technique of assisted reproduction).

Key words: neonatal mortality, multiple pregnancies, technique of assisted reproduction.

 

RÉSUMÉ

Antécédents: les techniques de reproduction assistée sont récemment plus employées, ce qui augmente les grossesses multiples et les résultats périnataux adverses. Quelques auteurs rapportent une mortalité supérieure dans des produits de grossesses multiples obtenus avec ces techniques, même si d’autres auteurs ne trouvent pas de différence significative.

Objectif: comparer la mortalité périnatale dans des grossesses multiples conçues par reproduction assistée vs de manière spontanée.

Patients et méthode: étude rétrospective, observationnelle et comparative. On a inclus les femmes en état de grossesse avec 3 produits ou plus qui sont allées à l’Unité Médicale de Haute Spécialité No. 23 de l’IMSS, à Monterrey, NL (Mexique). On a comparé le nombre de grossesses compliquées et les produits qui ont décédé et qui ont été obtenus par quelque technique de reproduction assistée vs de manière spontanée, entre 2002 et 2008.

Résultats: on a inclus 68 grossesses multiples. En moyenne, les fœtus conçus de manière spontanée ont eu plus de semaines de gestation et plus de poids à la naissance que ceux qui ont été obtenus par des techniques de reproduction assistée (p = ns). Parmi les grossesses multiples 20,5% (14/68) a présenté un ou plus d’événements mortels : 10/40 (25%) par des techniques de reproduction assistée vs 4/28 (14%) spontanées (p = 0,22). Entre les produits qui sont morts, 21/134 (16%) correspondent à ceux qui ont été conçus par des techniques de reproduction assistée et 6/88 (7%) à ceux obtenus de manière spontanée (p < 0,03).

Conclusions: parmi toutes les grossesses multiples, 60% a été obtenu par quelque technique de reproduction assistée et dans 21% des cas il y a eu un ou plus d’événements mortels (11% de plus dans les grossesses obtenues par des techniques de reproduction assistée). 12% des produits de grossesses multiples est décédé (9% de plus dans ceux obtenus par quelque technique de reproduction assistée).

Mots-clés: mortalité périnatale, grossesse multiple, technique de reproduction assistée.

 

RESUMO

Antecedentes: recentemente foram utilizadas mais as técnicas de reprodução assistida, o que aumenta as gestações múltiplas e os resultados perinatais adversos. Alguns autores reportam maior mortalidade em fetos de gravidez múltiplas obtidas com essas técnicas, mesmo que outros autores não encontram diferença significativa.

Objetivo: comparar a mortalidade perinatal em gravidez múltipla concebidos por reprodução assistida versus de forma espontânea.

Pacientes e método: estudo retrospectivo, observacional e comparativo. Foram incluídos as grávidas com 3 ou mais fetos que compareceram a Unidade Médica de Alta Especialidade Numero 23 do IMSS, em Monterrey, NL (México). Foram comparados os números de gestações complicadas e os fetos que faleceram obtidos por alguma técnica de reprodução assistida versus de forma espontânea, entre 2002-2008.

Resultados: foram incluídas 68 gestações múltiplas. Em média os fetos concebidos de forma espontânea tiveram mais semanas de gestação e mais peso ao nascer que os obtidos por técnicas de reprodução assistida (p = ns). Em 20,5% (14/68) das gestações múltiplas teve um ou mais eventos mortais: 10/40 (25%) por técnicas de reprodução assistida versus 4/28 (14%) espontâneos (p = 0,22). Faleceram 21/134 (16%) dos fetos concebidos por técnicas de reprodução assistida e 6/88 (7%) dos espontâneos (p < 0,03).

Conclusões: 60% de todas as gestações múltiplas foram obtidas por alguma técnica de reprodução assistida e em 21% dos casos houve um ou mais eventos mortais (11% mais nas gestações obtidas por técnicas de reprodução assistida). Em 12% dos fetos de gestações múltiplas faleceram (9% a mais nos obtidos por alguma técnica de reprodução assistida).

Palavras chave: mortalidade perinatal, gestação múltipla, técnica de reprodução assistida.


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